Polêmica no Último Concurso para PII

Pessoal,

Passei o ano novo recebendo mais de 100 emails de diversos professores revoltados com os resultados do concurso para Professor II, realizado no 2º semestre de 2011.

Aliás, não foi só entre 27/12 (divulgação dos resultados) e o ano novo… Continuam chegando mensagens de indignação. O concurso começa com a Prova Objetiva, depois passa pela Prova Discursiva, em seguida a Prova Prática e a Verificação de Titulação.

Mais uma vez, a Secretaria de Administração, responsável pelo processo seletivo e que traz tantos problemas na biometria, agora vem presentear a Educação com mais esta confusão.

Novidade nos novos concursos, a PROVA PRÁTICA é a razão por trás de toda a polêmica. Composta por 5 itens, que valem 20 pontos cada, a PROVA PRÁTICA  avalia (1) adequação da linguagem ao ano de escolaridade; (2) conhecimento do assunto; (3) planejamento de aula; (4) capacidade de síntese e (5) desenvolvimento da aula.

O problema é que a banca avaliadora, composta por especialistas com titulação de doutorado e indicados por universidades, reprovou Professores que trabalham na Rede há muitos anos, com experiência real em sala de aula.

Os números das provas e candidatos reprovados:

PROVA OBJETIVA
Presentes: 7.494
Aprovados: 3.110
Reprovados: 4.384

PROVA DISCURSIVA
Provas corrigidas: 3.110
Aprovados: 2.539
Reprovados: 571

PROVA PRÁTICA
PRESENTES: 2.188
APROVADOS: 1.810
REPROVADOS: 378

E a confusão está armada. Houve candidatos sem experiência nenhuma em sala de aula que foram aprovados, assim como outros com dez anos de magistério que foram reprovados. Os aprovados não vão querer que se anule o concurso, pois seria ilegal tirar-lhes a posição já conferida. Já os reprovados questionam o porquê de não poderem recorrer nesta fase, já que nas outras duas anteriores era possível? Justamente na fase subjetiva do avaliador, não podem recorrer?

Ainda questionam a falta de clareza e organização do Edital em diferentes aspectos. Relatam que faltou transparência, gerando muitas dúvidas e questionamentos. Dentre alguns, a dificuldade em elaborar as aulas a serem dadas, visto que só conseguiram quando entraram em contato com os organizadores e esclareceram. Outro dado relevante é a questão do tempo determinado no Edital: “a Prova Prática de Aula terá a duração mínima de 10 (dez) minutos e máxima de 15 (quinze) minutos”. Há relatos de que houve uma candidata, por exemplo, que apresentou aula de 3 minutos e foi aprovada. Reclamam ainda de falta de postura dos fiscais, distraídos, alimentando-se, de cabeça baixa e óculos escuros, entre outras arbitrariedades.

Há um outro exemplo muito claro de que deve ser dada a possibilidade de recurso SIM, e os que foram reprovados têm que ter direito a serem vistos por outros avaliadores. Uma professora, com experiência na Rede, ajudou uma outra candidata sem experiência e montou com ela um planejamento. Examinada por uma banca, a amiga sem experiência teve nota 99 e foi aprovada, enquanto a professora teve nota 45, sendo reprovada. O detalhe é que a postura das duas bancas com as candidatas foi completamente diferente: uma foi solícita e a outra apática (baseado em relatos recebidos).

Concluindo, é absolutamente compreensível que, numa primeira experiência como esta (provas práticas não existiam em concursos aqui no Rio), haja problemas e adequações a serem feitas. O que é inaceitável é que não permitamos o recurso e a possibilidade de serem avaliados por outra banca, o que poderia corrigir eventuais injustiças. Neste sentido, tentarei o auxília da Secretaria de Educação – já que são as crianças as mais prejudicadas em caso de erro – de buscar uma forma de permitir ao menos o recurso e corrigir este erro da Secretaria de Administração. E fico à vontade para dizer que houve erro sim, já que não recebi apenas um ou dois relatos, e sim mais de cem. É possível que tantas pessoas em lugares e circunstâncias diferentes usem argumentos tão semelhantes?

E ainda, mesmo que não fosse possível afirmar categoricamente que houve erro, e ao mesmo tempo não havendo possibilidade de afirmar que não houve, o ‘benefício da dúvida’ não seria argumento suficiente para permitir recurso (revisão de prova)? Se há uma possibilidade de estarmos sendo injustos, precisamos eliminá-la.

Abraços,
Paulo Messina

48 pensamentos sobre “Polêmica no Último Concurso para PII

  1. Adeilma terça-feira, 3 janeiro 2012, 5:08 PM às 5:08 PM

    Agradeço a sua atenção ao nosso apelo Paulo Messina. É reconfortante saber que não estou sozinha nesta injustiça e que ainda há esperança no fim do túnel.
    Abraços Adeilma C. da Costa

  2. Caio terça-feira, 3 janeiro 2012, 5:51 PM às 5:51 PM

    Muito obrigado Paulo Messina.

    Realmente houve uma enorme injustiça.

    Aproveito para parabenizar aos que conseguiram notas boas,

    e enfatizar que ninguém, em hipótese alguma quer prejudicá-los.

    Os injustiçados com as notas baixas,

    já sabem muito bem o que é isso.

    Abraços,

  3. Elisângela terça-feira, 3 janeiro 2012, 6:40 PM às 6:40 PM

    Vejo tantos professores na rede pública, com anos de experiência, mas são péssimos professores!

  4. Elíabe terça-feira, 3 janeiro 2012, 7:02 PM às 7:02 PM

    Concordo com a Elisangela. É bem verdade, que não podemos generalizar, mas realmente “anos de experiência” não dizem nada.

    • Lauren quinta-feira, 5 janeiro 2012, 9:09 PM às 9:09 PM

      Anos de trabalho na rede não significa competência didática, visto que, anteriormente para fazer parte da rede só era necessário prova objetiva e discursiva e não exigia ensino superior, apenas normal (ensino médio).

      Muitos professores da rede que fizeram esse concurso não leram siquer o edital e a BIBLIOGRAFIA, não sabiam diferencias habilidades de competências que era pedido no plano de aula, alguns alias nem fazem planos de aula.

      Teve professores que tiraram nota baixíssima e quando reclamaram da nota eu perguntei sobre o plano de aula e a bibliografia e eles me afirmaram que não leram a bibliografia e que só porque davam aula na rede achavam que iam passar na prova didática, faça me o favor!!!

      Muitas injustiças sim, mas muitasssssssssssssss mereciam reprovações sim! Não respeitam o edital, não leem a bibliografia e acham que vão passar num processo seletivo, repito processo seletivo, quem é pedagogo sabe do que falo, é uma “AVALIAÇÃO SOMATIVA” e quem fez a inscrição no edital sabia disso!

  5. Gleice Rubia terça-feira, 3 janeiro 2012, 7:59 PM às 7:59 PM

    Eu passei com 80 pts, mas conversando com colegas que fizeram a prova prática, chegamos a conclusão que usaram “dois pesos e duas medidas” para avaliar. Teve gente que pode usar o roteiro da aula, outros não tiveram a mesma sorte. A prova objetiva, ao meu ver, é a única que não dá e nem tira de ninguém. O Município do Rio inventa tanto e, infelizmente, não oferece um salário compatível com a cobrança que fazem.

  6. Vanessa terça-feira, 3 janeiro 2012, 8:15 PM às 8:15 PM

    Concordo com a Elisângela, trabalhar já na rede e/ou ter anos de experiência não garante que a pessoa seja um bom professor, principalmente porque muitas vezes nos acomodamos e adquirimos vícios. Conheço muitos colegas da rede municipal e da particular que tiveram dificuldade em fazer os planejamentos e pediram ajuda a outros colegas, uma ação (planejar) que é essencial em nossa atividade profissional.

    Mas creio que deve haver sim a possibilidade de recurso também nessa fase, com uma segunda avaliação por outra banca. E uma maior transparência nessa fase, citando fatos ou detalhando as notas em cada item da avaliação, já que a própria secretária afirmou que a prova prática agora fará parte dos concursos para PI e PII.

    Lembrando que outras instituições como o Pedro II e o Cap UERJ também possuem essa fase em seus concursos e também sempre geram polêmica e discussões nas comunidades dos concursos.

  7. Giane C S B terça-feira, 3 janeiro 2012, 10:21 PM às 10:21 PM

    Gostaria, ainda, de citar alguns tópicos que chamam demais minha atenção, especialmente porque, no meu entendimento, tornaram pouco transparente a realização do certame:

    a) não houve clareza nos parâmetros a serem seguidos para a elaboração do plano de aula, pois faltou orientações acerca da maneira de preenchimento do modelo determinado. Conhecer e saber elaborar um planejamento de aula é diferente de conhecer os pormenores da ferramenta adotada em uma organização educacional em particular. Desta forma, se o modelo determinado foi aquele (similar, mas não idêntico a todos os adotados nas escolas), deveriam existir orientações acerca do que se esperava, pormenorizadamente, no seu preenchimento (peculiaridades organizacionais);

    b) quanto aos objetivos gerais e específicos, deveriam estar adequados aos dez ou quinze minutos de aula apresentados ou a uma aula de cinquenta minutos? A clareza é essencial para garantir a fluidez de qualquer concurso…

    c) Será que, realmente, é possível avaliar a capacidade de interação do candidato com uma turma de alunos-crianças, simulando tal ambiente com apenas dois adultos?

    d) Se a nota do candidato é a média entre os avaliadores, não deveria haver um terceiro organizador na sala, a fim de garantir o sigilo dos graus atribuídos e consequente eliminação de tendências centrais, frutos das conversas entre esses avaliadores?

    e) Há garantia de que não houve errro de tendência central ou qualquer outro erro de avaliação? Se cada dupla de avaliadores formou uma banca, como foi garantido que todas as bancas utilizaram os mesmos parâmetros interpretativos? E o erro por fadiga do avaliador, como foi neutralizado?

    f) E, caso as notas dos avaladores fossem, de fato, extremas? Seriam consideradas válidas, mesmo assim?

    g) Finalmente, podar do candidato a oportunidade de apreciar seu desempenho em cada um dos tópicos avaliados, simultanemente com a impossibilidade de recurso, comprometem de maneira significativa a transparência do concurso.

    Respeitosamente,

  8. Chis Hans quarta-feira, 4 janeiro 2012, 9:41 AM às 9:41 AM

    Eu concordo com esse tipo de avaliação, pois tenho visto barbaridades em salas de aula.

    • Hélter quarta-feira, 4 janeiro 2012, 10:43 AM às 10:43 AM

      Durante 15 minutos poderão avaliar de forma subjetiva uma vida profissional, ou o estágio probatório de 3 anos seria mais eficiente?
      #Reflita…

  9. cris quarta-feira, 4 janeiro 2012, 9:49 AM às 9:49 AM

    O que me incomoda é que as pessoas só reclamam agora, todos leram o edital e concordaram. Outro fato, ter anos de experiência não faz de você um bom professor, conheço, infelizmente ,vários que trabalham a muito tempo e são péssimos. Prova prática é utilizada em certames como do colégio como o Pedro II e não há questionamentos. Acredito que não seria justo um concurso que contasse ponto a experiência profissional, uma vez que os recém- formados também tem que ter o mesmo direito. Que essa experiência sirva para que as pessoas sejam mais atentas quanto aos editais( fato falado incansávelmente por professores de cursinho). Eu mesma fui várias vezes ao coordenadoria de talentos buscar esclarecimentos sobre o edital nas três etapas. Façam valer os seus direitos desde o início.

    • Hélter quarta-feira, 4 janeiro 2012, 10:59 AM às 10:59 AM

      Todos que estão se sentindo prejudicados, desde o início do certame, também estão buscando esclarecimentos, sendo que nesta etapa tais esclarecimentos foram negados.
      Os professores com anos de experiência em sala de aula, também estudam, seja uma segunda licenciatura ou até mesmo um doutorado.
      Existem estabelecimentos que realizam provam prática, mas existem transparências, algo que faltou neste concurso. Também existem aqueles que pedem sim tempo de serviço.
      Mas o assunto abordado aqui é a subjetividade dos avaliadores e não possibilidade de recursos nesta etapa eliminatória,quena verdade deveria ser classificatória.
      Parabéns por você ter sido aprovada. Em hipótese alguma se pretender tirar a glória de vocês.
      Grato.

  10. Lila quarta-feira, 4 janeiro 2012, 12:19 PM às 12:19 PM

    Acredito eu, que contou muito a idade dos professores, a maioria que conheço que ficou reprovado já tem idade acima de 45 anos. A prova foi horrível, a banca antipática,sem se deixar à vontade para a tal aula de 10 a 15 min. e sem você ter nenhuma anotação. Trabalhei vários anos como professora de rede particular, trabalho a 8 anos como efetiva em outro município e 1 ano e meio no município do Rio, me considero uma profissional como professora, pois nunca cheguei atrasada, raramente falto ( a não ser que seja muito necessário), nunca deixei de planejar minhas aulas e estou sempre procurando me atualizar, porém também fiquei reprovada. Não entendi porque mas como não cabia recurso fiquei sem saber o que fazer.

  11. Giane C S B quarta-feira, 4 janeiro 2012, 10:10 PM às 10:10 PM

    Vale refletir:
    –Seria possível profetizar falhas em um processo avaliativo nunca antes aplicado na instituição?
    -O que faz de cada um de nós bons profissionais pode ser mensurado de forma infalível?
    -As irregularidades sitadas nesse blog se resumem em incapacidade ou ineficiência dos concursandos ao realizar uma leitura?
    -É possível considerar um concurso lícito e transparente sendo o seu edital ineficiente como
    documento regulamentador, necessitando de esclarecimentos individuais?
    Polêmicas à parte, uma reflexão a mais é um entrave a menos para nosso crescimento pessoal.
    Boa noite à todos>

  12. Znet quarta-feira, 4 janeiro 2012, 10:55 PM às 10:55 PM

    Senhor Vereador,

    Muito obrigada por estar conosco. Mesmo que a situação não se resolva, fica aqui o registro da confusão que foi essa última etapa do concurso.
    Até agora também não entendi a minha reprovação na prova prática. Ainda não tenho experiência como professora, mas participei do estágio remunerado que a prefeitura está oferecendo em uma das escolas da rede municipal por um ano e meio (onde presenciei cenas horrendas de professores totalmente desatualizados, sem postura e autocontrole), fiz estágios em excelentes escolas particulares, o meu CR está entre os melhores no meu curso de pedagogia e , mesmo assim, não passei. Como pode? Eu tinha plena certeza de que a minha aula tinha sido ótima! Gostaria de ter um retorno dos avaliadores para poder saber onde foi que errei.
    Por que optar pelo estágio probatório em lugar de fazer essa prova ridícula que não avalia coisa alguma a não ser a nossa capacidade de atuar em 15(?) minutos? Por que não oferecer aos candidatos uma avaliação justa como o acompanhamento de seu trabalho “real” com os alunos no dia a dia nas escolas – que é o que realmente interessa para alcançarmos uma educação de qualidade – ? Por que não investir na formação continuada e avaliação constante para garantir um trabalho bem feito durante todo o ano letivo?
    Enfim, deixo aqui registrada a minha indignação , pois, me sinto profundamente injustiçada por esse processo , no mínimo, estranho.

  13. David sexta-feira, 6 janeiro 2012, 7:08 PM às 7:08 PM

    Percebo que realmente fui injustiçado. A Lauren certamente passou na prova de prática de aula e escreve errado: siquer o correto é sequer ; faça me – o correto é faça-me.
    Assim como a Cris que escreveu a muito tempo – o correto e há muito tempo.
    Pessoal, perceberam os erros?

    • Eliza sexta-feira, 6 janeiro 2012, 8:07 PM às 8:07 PM

      Percebi sim David… Somos atacados porque reivindicamos os nossos direitos, eu me senti prejudicada, e lesada ainda mais quando leio essas coisas , dizem que anos de serviço e prática não dizem nada , me parece que de estudo também não já que não sabem escrever.O triste é que foi recompensada rsrs.Parabéns para os aprovados!!
      Aqui ainda não foi citado que o Modelo de Plano de Aula estava com erro até a semana do dia 10, depois os organizadores acertaram

  14. Giane C S B sexta-feira, 6 janeiro 2012, 10:15 PM às 10:15 PM

    Li alguns comentários, aqui no blog, acerca de erro no formulário do Plano de Aula. No entanto, não encontrei nenhum edital de retificação no site da SME. Alguém poderia, por gentileza, explicar do que se trata? Grata!

  15. Elizza sábado, 7 janeiro 2012, 8:12 PM às 8:12 PM

    Giane, no edital estava com um erro no Modelo de Plano de Aula, assim que saiu o edital, o Plano estava com uma linha horizontal cortado os objetivos gerais e específicos e ele seguia cortando dividindo os conteúdos, as habilidades, tempo , recursos e avaliação no meio também, da mesma forma que nos objetivos, ficava como se tivessem dois… Vc não chegou a ver? Ele só foi modificado na semana da prova prática da primeira semana, por isso ninguém entendia e ficou aquela bagunça…É claro que eles não iriam fazer um link com uma retificação… Eu tinha salvo o primeiro edital com erro no computador, mas assim que eles acertaram eu apaguei e salvei o outro, eu só não esperava a minha reprovação. Agora não sei se outros candidatos salvaram.Mas que ele estava com erro isso estava, talvez a folha dirigida tenha o edital com erro no arquivo. Eu sou assinante e vou dar uma olhada na folha online, só que ela mudou o site deu uma renovada na página está horrivel rsrs ninguém acha nada.

  16. Elizza sábado, 7 janeiro 2012, 8:14 PM às 8:14 PM

    Giane, eles acertaram e como é o certo eles deixaram a linha horizontal só dividindo os objetivos gerais do específicos

    • Giane C S B domingo, 8 janeiro 2012, 8:13 PM às 8:13 PM

      Elizza, só encontrei o modelo errado.Mas, acompanhando diariamente nos editais, não encontrei nenhuma retificação. Também percebi que estava errado, entretanto, investi muitas horas de pesquisa tentando encontrar coerência no modelo de plano. Onde está o modelo correto?
      Agradeço a atenção e se puder ajudar de alguma forma, conte comigo.

  17. Elizza sábado, 7 janeiro 2012, 8:45 PM às 8:45 PM

    achei o edital com erro no site do pci concursos, na folha não achei depois que reformularam o site da folha está horrivel

    • David domingo, 8 janeiro 2012, 11:19 AM às 11:19 AM

      Gente! Achei o modelo de planejamento errado!

      Quem quer ? Envie o e-mail que eu mando, ok?

  18. Elizza domingo, 8 janeiro 2012, 11:21 PM às 11:21 PM

    Giane, eu tenho o edital com o modelo correto que eles acertaram… Vc foi aprovado ? Eu fui reprovada, com uma nota vergonhosa rsrs me senti humilhada com essa nota, se vc quizer o edital com o modelo acertado manda o email que envio…

  19. Elizza domingo, 8 janeiro 2012, 11:23 PM às 11:23 PM

    David, manda pra mim o modelo errado , obrigada!
    eliz-sam@hotmail.com

  20. Elizza domingo, 8 janeiro 2012, 11:28 PM às 11:28 PM

    Se você foi reprovado, aceitaria fazer uma outra prova prática?
    Será que eles nos avaliariam com neutralidade ?
    Você se sente emocionalmente, e psicologimamente preparado depois de todo esse extresse?
    Vamos ver o que nos aguarda nessa semana…

  21. Elizza segunda-feira, 9 janeiro 2012, 9:50 AM às 9:50 AM

    ***** ESTRESSE.
    Perdão , gente rsrs

  22. A Polêmica do Concurso de PII – Conclusão « Blog do Messina segunda-feira, 9 janeiro 2012, 11:28 AM às 11:28 AM

    […] para saber o que assunto era polêmico pelos mais de 100 emails recebidos. Após a publicação do último blog post sobre isso, ficou mais claro ainda: 2,200 visualizações, 27 comentários (até […]

  23. Adriana segunda-feira, 9 janeiro 2012, 5:07 PM às 5:07 PM

    Apesar de ter certeza de que fiz uma boa prova prática de aula, se fosse preciso eu faria novamente outra prova.

  24. Lila segunda-feira, 9 janeiro 2012, 5:40 PM às 5:40 PM

    Eu já fiz o meu comentário no dia 04 de janeiro e venho acompanhando diariamente todos os comentários e concordo com quase todos. E sou da opinião que todos que ficaram reprovados merecem uma segunda chance justamente pela forma como foi feita essa avaliação. Só que se ficarmos só com os comentários aqui, acredito que não vamos resolver muita coisa. Teríamos que nos organizar de alguma forma e levar isso adiante. Por exemplo, alguém leu ou ouviu falar de alguma repercussão sobre essa prova prática além desse blog? Acredito que não. Pensem e deem algumas sugestões.

  25. Elizza segunda-feira, 9 janeiro 2012, 10:39 PM às 10:39 PM

    Eu fiz denuncia no MP e outros colegas também, estamos nos organizando… LILA vc fez alguma denuncia?

  26. Lila terça-feira, 10 janeiro 2012, 4:27 PM às 4:27 PM

    Fiz hoje. Qualquer novidade me avise.

  27. Elizza terça-feira, 10 janeiro 2012, 6:21 PM às 6:21 PM

    Lila, e já retornei a ligação e eles encaminharam a denuncia para a promotoria… E eles tem um prazo para dar uma posição… teremos de esperar.

  28. nani santos terça-feira, 10 janeiro 2012, 10:48 PM às 10:48 PM

    Também fiz a denúncia no MP e acredito que uma parcela significativa dos candidatos reprovados fizeram o mesmo.Eliza, informaram à você o qual o prazo para resposta?

  29. Thaíz quarta-feira, 11 janeiro 2012, 2:11 AM às 2:11 AM

    Fico me perguntando se, mesmo que tivesse a possibilidade de recurso na prova prática, haveria solução pra esse problema.
    De todos os recursos pedidos na prova discursiva, apenas UMA foi aceita, garantindo a aprovação da candidata.
    A mim, pareceu que ninguém sequer olhou os fundamento dos recursos pedidos e foi escolhido um aleatoriamente para dizer que olharam.
    Nesse ritmo, mesmo que houvesse o recurso na prática, certamente poucos passariam.
    Temos que saber, conhecer os critérios para correção dos recursos.

  30. Eliza sábado, 14 janeiro 2012, 10:25 AM às 10:25 AM

    Lila e Thaíz… Acho que teriamos de ir na defensoria pública e pedir um mandato de segurança, seria o mais acertado, acho que marcamos bobeira pq se tivessemos feito isso, não teria divulgado o o resultado ontem , mais creio que ainda dê tempo de não tomarem posse, a resposta que obtive do mp foi issa, pq lá eles tem até 30 dias para darem uma resposta, e que eu poderia ir na defensoria pública, só que não pude ir, por causa do trabalho, não consegui horário… Alguma de vcs poderia ir?

  31. lila sábado, 14 janeiro 2012, 4:04 PM às 4:04 PM

    Eliza, posso até tentar ir na semana que vem, porém não acho que isso impediria a posse dos demais, até porque se eles passaram com mérito ou não, acredito que a grande maioria com mérito, a nossa reprovação não tem nada a ver com a aprovação deles pois todos poderiam ser aprovados. Tanto que em nenhum outro concurso houve uma prova prática. Vamos pensar nos reprovados e deixar os aprovados. Mas o ideal seria que várias pessoas fossem e não só eu, porque vários reclamando é melhor do que um só., concorda? Poderíamos tentar juntar um grupo e marcarmos um dia para ir lá. Abraços.

  32. Eliza sábado, 14 janeiro 2012, 9:32 PM às 9:32 PM

    LILa, desculpa, não me expressei direito, eu não quis dizer que os aprovados não tem mérito, claro que tem e muito porque a aprovação está aí comprovando isso rs, desculpa não foi isso.
    O que eu quis dizer que com a posse, o MP ou a Defensoria dando solução para o nosso caso, como eles nos encaixaria se não temos nota da prova prática? Vou até retificar abaixo rs:
    TODO MÉRITO E PARABÉNS PARA OS APROVADOS MAIS UMA VEZ.

  33. nani santos quinta-feira, 19 janeiro 2012, 10:10 AM às 10:10 AM

    O processo foi encaminhado para a Promotoria de Justiça e Tutela Coletiva em Defesa da Cidadania da Capital. Está sob análise de conexão e o número do processo é 201200060248.
    Somos 378 profissionais prejudicados e o número de denúncias ainda é mínimo. Peço a todos que divulguem aos candidatos reprovados a existência do processo e a necessidade de novas denúncias para fortalecimento da nossa causa. A denúncia no MP pode ser anônima ( ligue 127). Com coragem e determinação veremos que há um HOLOFOTE no fim do Túnel. Bom dia!!!!

    • nani santos sábado, 21 janeiro 2012, 9:15 AM às 9:15 AM

      Minha intenção não foi, sob qualquer hipótese, causar amotinação , caluniar ou denegrir a imagem de alguma instituição. Agradeço o espaço disponibilizado e que seja retirado do blog toda manifestaçaõ de minha parte, que possa subjetivar julgamentos pessoais. Abraço á todos.

  34. Adriana F. de Almeida sexta-feira, 27 janeiro 2012, 1:27 AM às 1:27 AM

    Olá,
    Sou PII. Entrei em 1999 totalmente inexperiente. Acho que é um consenso em qualquer profissão, que a boa prática se dá pela experiência e a formação continuada em qualquer profissão e não apenas no magistério.
    Pela natureza da atividade, que pressupõe continuidade e trabalho de equipe, aprendemos no dia-a-dia, com os nossos pares. Se o concurso, não exige experiência anterior, não vejo o menor sentido para uma prova prática. Para um recém formado, o argumento de que a experiência do estágio dá condição para mesma, é insustentável, pois no caso do magistério, o estágio é de observação. Um estagiário não rege turmas. Não li o edital, mas acho muito lógico que se no concurso não houve a exigência de um período de 2 ou mais anos de experiência profissional, a prova prática, não faz o menor sentido.

    Uma outra questão, é a exigência de formação superior para PII. Essa exigência, faz parte de uma meta estabelecida pelos órgãos internacionais de atenção a infância e a educação. Vistos que muitos candidatos aprovados, não atendem a exigência, tendo como eu, apenas a formação técnica (o ensino médio na modalidade Normal), não dá para desconsiderar que a exigência estabelecida pelas metas dos órgãos internacionais estavam vinculadas a criação de subsídios por parte do governo para o amplo acesso às universidades públicas para os docentes das redes públicas de ensino. Isso não ocorreu. Com os baixos salários, um professor, que é o principal mantenedor de seu lar, não tem como custear as despesas de uma graduação, nem mesmo em universidade pública, o que faz a exigência do curso superior para PII injusta e transforma as escolas Normais inúteis. Na minha opinião, esse último concurso deveria ser cancelado e os candidatos ressarcidos.

    Quem elaborou o edital do último concurso com essas exigências contidas, levou em consideração as questões relacionadas acima? Se considerou, verificou, se dadas as circunstancias e a situação da educação nesse país, encontrou amparo legal, para fazê-las?

    Como leiga, posso estar falando bobagem, mas se o que digo, faz algum sentido, além de injusto, o concurso, foi ilegal. E se foi, quem vai lugar para corrigir essa situação???

    Bjos
    Adriana

    • Adriana F. de Almeida quinta-feira, 15 março 2012, 7:23 PM às 7:23 PM

      Olá,
      Não entendi a resposta da SME.
      Quando um contrato, um edital, ou uma resolução viola a legislação brasileira desde a Constituição Federal até a Lei Orgânica de cada estado ou município, mesmo com o aceite das partes, principalmente com base nas circunstâncias que eu citei, ele não se torna nulo????
      Quanto aos candidatos aprovados que aceitaram os critérios estabelecidos e foram aprovados se sentirem lesados pelo cancelamento do concurso, cabe ação indenizatória por parte da prefeitura. Caso contrários, essa minoria privilegiada, leva vantagem em cima de uma maioria menos favorecida e que tem como amparo, apenas a legislação em vigor que deveria ser respeitada. Mas pelo visto…
      Lamentável!

      • Paulo Messina quinta-feira, 15 março 2012, 7:34 PM às 7:34 PM

        Adriana, tenho boas notícias! Veja o novo blog post que irei fazer hoje à noite! Abraços

  35. Eliza sexta-feira, 16 março 2012, 6:00 PM às 6:00 PM

    Eu também fiz denúncia no MP , e lá me disseram que foram várias denuncias do concurso… Há um mês minha denuncia chegou no setor responsável e pelo que me disseram como foram inúmeras reclamações iriam ouvir a parte citada nas denuncias pq eles teriam de se pronunciar… Vamos ver né?

  36. nubia vieira quinta-feira, 21 junho 2012, 7:28 PM às 7:28 PM

    oi boa noite, fiquei surpresa ao ler este artigo; realmente amigas minhas também relataram a falta de atenção dos examinadores que ficaram destraídos e até mesmo quase deitados sobre as mesas.
    para uma delas , que passou, foi dito que não poderia tomar posse por não ter concluido a faculdade, porém a mesma possui ensino normal; estou tentando ajudá-la, pois até onde sei o art 62 diz que quem fez o normal pode fazer essa prova . foi divulgado um edital ratificando essa questão, pois o primeiro dizia que só os licenciados em pedagogia plena poderiam fazer a prova.
    Será que existe recurso? Se souber de algo ou se tiver esse edital de ratificação nos avise, pois é muito duro uma pessoa estudar , passar e não poder tomar posse por erro em edital.

  37. catia Eliza Amaral segunda-feira, 2 julho 2012, 8:03 PM às 8:03 PM

    Olá, eu passei nesse concurso e gostaria se possível de tirar uma dúvida. No edital era explícito que se trabalharia 40 hs semanais, sendo assim eu sou obrigada a trabalhar 40 Hs, como venho trabalhando? Posso mudar para uma escola, pegar somente uma turma e complementar as 40 hs com outras atividades? como aula de reforço ou sala de leitura? Aguardo resposta e agradeço.
    Obrigada

    Catia

    • Paulo Messina terça-feira, 3 julho 2012, 8:14 AM às 8:14 AM

      Catia, PII tem 1/3 do tempo de planejamento, não com as crianças. Abraços!

  38. ADRIANA DAUMAS terça-feira, 10 julho 2012, 12:04 AM às 12:04 AM

    Saiu no Diário da Câmara dos deputados Ano LXVI nº 222 Sexta-feira 16 de dezembro de 2011. Brasília DF . Que a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania) aprovou a proposta que dá prazo de seis anos para os professores da educação básica com formação em nível médio, na modalidade normal, para a conclusão de curso de licenciatura de graduação plena. Esse prazo, contado da posse em cargo docente da rede pública de ensino. Essa proposta é um substituto do Senado ao projeto de lei 5395/09 que só permitia o ensino médio na modalidade normal para dar aulas na educação infantil.Ou seja após tomar posse em cargo público os professores ainda vão ter 6 anos para se formar ou concluir uma faculdade. pesquisem na internet: CCj aprova prazo para professor de educação básica fazer curso superior.
    As páginas do diário oficial de coloquei acima são 67912 até 67917 que falam sobre a mudança do projeto de lei.
    Encontrei em alguns lugares pessoas que já entraram na justiça e já ganharam como :

    Extraído de poder judiciário do RIO DRANDE DO NORTE 10 de outubro de 2011.
    TJRN determina nomeação de aprovada em concurso.

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